Retrô 2008

:
o ano do ato
do rato
de Marte
:
o ano mais longo da minha vida!

Como eu tinha previsto,
este foi um ano de ação, de movimento,
de realização de projetos já imaginados.
Nunca trabalhei tanto em toda a minha vida!!!

OFICINAS
Janeiro já começou com um trabalho muito prazeroso,
a oficina Arte Contemporânea para Ver e Dobrar,
com exercícios de releituras de obras de arte em Origami,
no Centro de Formação em Artes Visuais.
Ao longo do ano, várias oficininhas.

Até que fui convidada para o encerramento
da exposição Japanese Design Today
no Instituto Ricardo Brennand.
Criei um workshop especialmente para o evento:
Oriobjeto, que propunha exercícios de releitura de projetos de design da própria exposição.
Fui convidada a levar Oriobjeto também para o II Édesign,
o Encontro Estadual de Estudantes de Design, no CEFET.

Através da Secretaria de Saúde de Olinda,
passei dois meses dando aulas para as meninas do balé afro Majê Molê e comunidade de Peixinhos, no Nascedouro.
A oficina culminou com uma exposição na Casa do Turista, bem no miolo de Olinda.
Encerrando as invenções de oficinas do ano,
num evento do Projeto Travessia, da Fundação Roberto Marinho,
ministrei Bijus Efêmeras, um workshop com 3 horas de duração durante o qual refletimos sobre a efemeridade da moda, consumo consciente e revitalização de descartes.

ORIGAMI YU
O ano do Centenário da Imigração Japonesa
foi também o ano do trabalho com o Grupo Origami Yu.
Com muito amor,
realizamos exposições no Shopping Tacaruna,
Centro de Convenções da UFPE,
Aeroporto…
Daí pra frente, a expô ganhou vida própria.
; )
Além das festividades no Recife,
levamos uma oficina à festa do Cinquentenário da colônia Rio Bonito, em Bonito.
Chamei minha participação nas comemorações de
“A Saga da Mãe do Yonsei na Terra do Sol Fervente”.

INSTITUCIONAIS
Entre maio e junho, uma operação de guerrilha se reuniu no quintal de minha casa para realizarmos uma missão gigante:
os brindes e a decoração para o Dia dos Namorados do Shopping Plaza, no Recife.
Realizamos os convites-presentes para a inauguração da Vila Papel,
os brindes de Natal da Estoque 104 e
a árvore do Ecoresort, em Muro Alto.
Nenhum desses projetos seria possível sem as mãozinhas dos meus amigos dobradores de ocasião e origamistas.
Muito obrigada, queridos!!!

IMPRENSA
A imprensa local já conhecia minhas Dobrinhas,
observadas de perto sempre pelos jornalistas Janaína Lima e Phelipe Rodrigues.
Em 2008, saiu uma matéria também na revista Pronews, especializada em comunicação & marketing, editada por Luciana Torreão.
No final do ano, Luján Cambariere curtiu as Dobrinhas e tivemos acesso à imprensa internacional pela primeira vez, com matéria publicada no jornal Pagina 12, de Buenos Aires.

O ATELIER
De vez em quando, bate uma vontade de ter uma interface material com o mundo.
Este ano, passei 3 meses no Atelier Célula Mater, onde me tornei a Mitocôndria.
Durante o SPA, a Semana de Artes Visuais do Recife, mantivemos o atelier aberto e hospedamos os delicadíssimos integrantes do Xepa, grupo de artistas mineiros que vieram realizar uma intervenção urbana por aqui.
Realizamos nem sei quantas festas e reuniões para comemorar a Lua, o Sol, as crianças, a amizade, a arte, …

Por fim, fizemos acontecer o Ba(r)zar, com artistas amigos expondo e comercializando suas histórias.
Com o tempo, por diversos motivos, o atelier começou a me cansar. Preciso de silêncio para pensar, criar, trabalhar e até descansar.
A Mitocôndria voltou à condição primitiva de Bactéria.
Sobreviverá a Célula à saída da Mitocôndria?
Só o tempo…

HISTÓRIAS
Contadas com modelinhos em Origami.
Expressão fundamental para mim
:
uma tartaruga para falar do tempo,
um urso para falar de coragem,
duas estrelas para falar da paixão,
Naruto para falar da relação com meu filho,

EXPERIMENTOS
Em design gráfico,
encadernação,
diagramas,
fotografia,
materiais,

PARCERIAS
Traçamos algumas parcerias, em diversas áreas – Ilustração, Graffiti, Moda -, mas as demandas de todos nós impediram que os projetos se realizassem de verdade.
Vamos fazer acontecer em 2009, gente!!!

Terei esquecido de alguma coisa?
Ah! O amor!!!
Quando eu menos esperava…
; )

Retrospectivas servem para que mesmo?
Para pensar,
repensar
e traçar estratégias,
focar prioridades,
relembrar sucessos,
preparar para o planejamento do futuro.

Vem aí o Ano do Boi,
mais trabalho pela frente!
; )

Muitos beijinhos bem dobradinhos…
eva

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