Origami for eva

Ao longo de 4 décadas, desejei riscar minha pele, mas não encontrava uma imagem que me definisse.
Com a pressão de Kiichi para se riscar, comecei a sentir comichões. Não podia ver uma pessoa tatuada que eu puxava assunto, trocava ideia, babava.
Uma bela noite, na Matilha Cultural, conheci um cara que virou meu amigo instantaneamente: Eik Rossas. 
Que figura adorável!
Quando comecei a fuçar o fcbk dele, vi que também era um supertatuador!
– Eik, faz um risquinho em mim…
Foto: Lucille Kanzawa

Mas, o que seria riscado? Marquei a sessão antes de decidir.
Não daria tempo de criar com Cleto Campos… As kusudamas eram muito complexas para uma só sessão…
Deixei, então, nas mãos de Eik. Ele pesquisou meu trabalho e muitas outras referências em dobraduras.
Entre as opções selecionadas por ele, estavam vários animaizinhos, dentre os quais um dos que eu mais gostava de dobrar em 2003. Era um dos poucos que eu sabia, então. Eu lia “Mulheres que correm com os lobos” com um grupo de amigas e visitava outros grupos que também liam juntos o tesouro escrito por Clarissa Pinkola Estés. Eu sempre levava esses bichinhos de presente.

Escolhemos as cores juntos e ficou a coisa mais linda!

Foto: Rosana de Lucena
Agora, ela faz parte de mim, vai comigo ao Iraq e a toda parte. 
Foto: Raul Kawamura
Forever! 
For eva! 

3 Respostas para “Origami for eva

  1. VC estava em SP? queria tanto te conhecer pessoalmente… Esse tatuador é amigo do meu marido. Mostrei a foto, ele falou: "meu brother" rsrs beijos.

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